Grande produtora dessas variedades liderando a produção de pêssego de mesa no país , a região está em fase de colheita, e as expectativas são otimistas: nem tanto pela quantidade quanto pela excelente qualidade, pois o calor adoçou as frutas. Os 56 municípios do Nordeste devem colher cerca de 680 mil toneladas dessas frutas, repetindo o número da última safra, levando-se em conta os altos e baixos das diferentes culturas.
O desempenho das culturas foi diferente. A falta de frio intenso no inverno e a pouca chuva em novembro prejudicaram o pêssego, cuja colheita deve encolher 30%, conforme a Emater. No caso da ameixa, o calor adoçou ainda mais a fruta.
A Serra é a maior produtora brasileira de pêssego de mesa, tendo como diferencial a qualidade, destaca o engenheiro agrônomo Enio Ângelo Todeschini, assistente regional em fruticultura da Emater:
A fruta ficou menor de tamanho, mas a qualidade ficou excelente. Com menos oferta, o preço se manteve acima da média.
Na propriedade dos irmãos Ari, Ibanes e Darci Scariot, em Caravaggio da 6ª Légua, em Caxias do Sul, as frutas sofreram pouco com a falta de chuva, por causa da irrigação. Os oito hectares de pêssego renderam cerca de 150 toneladas. Os quatro hectares de ameixa, 30 toneladas, e os três hectares de maçã, 50 toneladas. Com o calor, a colheita do pêssego foi antecipada em 15 dias.
Fonte: Zero Hora
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