Açaí só perde para madeira como principal item do extrativismo vegetal
Os coquilhos (cocos) de açaí tiveram o segundo maior valor de produção do extrativismo vegetal em 2011, perdendo apenas para os produtos madeireiros. O valor da produção de coquilhos de açaí foi de R$ 304,6 milhões no ano passado, segundo a pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura divulgada nesta quinta-feira (6/12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em seguida, figuraram no ranking as amêndoas de babaçu(R$ 142,2 milhões), fibras de piaçava (R$ 123,4 milhões),erva-mate nativa (R$ 118,0 milhões), pó de carnaúba (R$ 90,2 milhões) e castanha-do-pará (R$ 69,4 milhões). Junto com os coquilhos de açaí, os itens foram responsáveis por 90,6% do valor de produção do extrativismo vegetal não madeireiro.
Em 2011, 16 produtos do extrativismo não madeireiro registraram aumento na produção em relação ao ano anterior, com destaque para “outras fibras”, cuja expansão de 456,9% foi puxada por uma palmeira nativa do cerrado, usada na fabricação de vassouras. Também houve alta expressiva nas sementes de oiticica (73%) e nos frutos do açaí (73,1%). Na silvicultura, a resina totalizou R$ 137,5 milhões, 90% do valor total de produção não madeireira.
Fonte: Globo Rural, por Estadão Conteúdo
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