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Produção de madeira proveniente da silvicultura passa de 33% para 77% em uma década, segundo o IBGE, a produção primária florestal do Brasil somou R$ 18,1 bilhões em 2011.
O aumento da fiscalização e a maior conscientização ambiental no país levaram a uma inversão na participação do extrativismo vegetal e da silvicultura (florestas plantadas) na produção primária florestal brasileira, mostram os dados da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2011 (Pevs), divulgada nesta quinta-feira (6/12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o levantamento, a participação de madeira oriunda de florestas plantadas pelo homem, que era de 33% em 1990, chegou a 77% em 2000.
Para o gerente da pesquisa, Luís Celso Guimarães Lins, o país vivenciou nas últimas décadas uma transformação no setor de produção de madeira, com a expansão da produção de toras de madeiras a partir de florestas plantadas. “Não há dúvidas de que a silvicultura vem crescendo ano a ano em detrimento do extrativismo vegetal. E dois são os fatores que levam a esse fenômeno: o aumento da fiscalização, principalmente sobre os produtos madeireiros e a necessidade das indústrias de suprir seus parques produtivos. Setores como o de celulose, papel e papelão, siderurgia, móveis – todos estão procurando plantar as árvores que viabilizarão a sua própria produção”, afirma.
Segundo o IBGE, a produção primária florestal do país, em 2011, somou R$ 18,1 bilhões. A silvicultura contribuiu com R$ 13,1 bilhões (72,6%) e apenas R$ 5 bilhões vieram da extrativa vegetal (27,4%). Isoladamente, a participação dos produtos madeireiros na extração vegetal, em 2011, foi de R$ 4 bilhões, contra R$ 935,8 milhões dos produtos não madeireiros. Na silvicultura, os quatro produtos madeireiros somaram R$ 13 bilhões, contra apenas R$ 151,8 milhões dos não madeireiros.
Ainda de acordo com o levantamento, os produtos não madeireiros do extrativismo vegetal que se destacaram pelo valor da produção, em 2011, foram o coquilho de açaí (R$ 304,6 milhões); amêndoas de babaçu (R$ 142,2 milhões); fibras de piaçava (R$ 123,4 milhões); erva-mate nativa (R$ 118,0 milhões); pó de carnaúba (R$ 90,2 milhões); e castanha-do-pará (R$ 69,4 milhões).
Fonte: Globo Rural On-line, com informações da Agência Brasil
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