Confinar está 30% mais caro e abate de matriz continua
O diretor de pecuária da Agropecuária Jacarezinho, ligada ao grupo Grendene, Ian David Hill, observa alta de 30% nos custos de confinamento e diz que o descarte de matrizes continua forte no Brasil. – “O abate de fêmeas continua. Ainda há uma grande composição de cortes nos frigoríficos.
Mas a diferença na qualidade do animal não está no sexo, e sim na idade. O problema é que, geralmente, a vaca é mais velha”, ele observa. Hill acrescenta que a diferença atual entre o preço do bovino macho e o da fêmea fica entre 8% e 10%, considerando que, “quando há oferta grande de machos, a diferença chega a 18%”.
O executivo comenta que é vantajoso confinar gado na Bahia, embora os custos da técnica tenham aumentado cerca de 30% em todo o Brasil, puxados principalmente pelo preço das commodities agrícolas (soja e milho, leia-se). “A oferta de alimentos [ração] na Bahia favorece o confinamento”, diz Hill. Para ele, contudo, “o preço do boi é muito mais influenciado pelo tempo do que pelas commodites”.
Prevendo altos preços (até R$ 105) para a arroba bovina no ano que vem, o empresário diz que trabalhará a flexibilidade de oferta. “Faremos um jogo com as vacas para descarte, bezerros e bois gordos.”
Fonte: DCI
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