Diferente de algumas projeções, as expectativas para a comercialização de defensivos agrícolas neste ano são positivas. Dados divulgados este mês pelo sindicato que representa a indústria no Brasil (Sindag) apontaram um crescimento de 9% nas vendas em 2010 em comparação com o ano anterior para US$ 7,24 bilhões, superando os níveis recordes registrados em 2008 (US$ 7,1 bilhões). Em 2009 as vendas de agroquímicos no país totalizaram US$ 6,6 bilhões. O Sindag destacou ainda que a receita em reais com as vendas de defensivos em 2010 recuou 3% em relação a 2009, para US$ 12,43 bilhões, por efeito do câmbio e da queda generalizada nos preços destes produtos no país.
Uma pesquisa realizada pela RC Consultoria, com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV), aponta uma projeção de crescimento de 16% na receita agrícola brasileira em 2011. De acordo com Eduardo Daher, diretor executivo da Associação Nacional para a Defesa Vegetal (Andef), pelo 7º ano consecutivo Mato Grosso é o Estado que mais consome a tecnologia no país. Segundo ele, o bom desempenho da soja garantiu o bom volume de vendas no estado, maior produtor de soja no Brasil, que detém uma fatia de 20% sobre o faturamento total, sendo que e o Paraná tem 15%. São Paulo, que vem em terceiro lugar no ranking, tem 14% de participação.
As culturas que mais utilizam defensivos são a soja, cana-de-açúcar e milho, que sozinhas representam 67% do mercado de insumos no país. Somente em produtos para soja foram comercializados US$ 3,3 bilhões em 2009. Em relação ao segmento, os herbicidas, fungicidas e inseticidas respondem por 95% do mercado. Em reais, o setor que apresentou a maior redução foi o de herbicidas (-10%). Em contraposição, o único segmento que apresentou aumento de vendas foi o de fungicidas (5%). Ao tomar como referência os valores de comercialização de defensivos nos últimos 7 anos e as projeções do agronegócio feitas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Sindag apresenta uma taxa de fator de crescimento anual do setor de 4,1%. Segundo esses cálculos, a perspectiva é de que em 2020 a movimentação financeira atinja US$ 10,76 bilhões no país.
Dados levantados pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), a pedido da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), apontam que o percentual de investimento na safra com recursos próprios deverá aumentar de 34% para 37%. Enquanto que a participação de multinacionais de fertilizantes e grãos irá reduzir de 35% para 25% de uma safra para outra.
Fonte: Gazeta Digital
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