Perdas variam entre 25% e 30% segundo a Epagri.
Ao mesmo tempo em que ajuda a melhorar a produtividade de milho e soja, a chuva traz prejuízos para produtores de fumo em Santa Catarina. De acordo com o pesquisador da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Epagri) de Chapecó, Ivan Tadeu Baldissera, as perdas variam entre 25% a 30%.
Ele afirma que, em fevereiro, choveu 248 milímetros para uma média de 185 milímetros, 34% a mais do que o normal. Choveu em 22 dias do mês. A umidade média foi de 85% e o normal é entre 60% e 70%.
Para o agricultor Roberto Bianchi, o problema começou ainda em dezembro, quando choveu na época da colheita. Ele perdeu 28% do volume e colheu apenas cinco toneladas de fumo em sete hectares, para uma previsão anterior de sete toneladas.
Parte das folhas mofaram e a qualidade ficou comprometida. A empresa compradora está pagando R$ 4 por quilo, quando o normal seria R$ 5,50. O produtor, que esperava receber até R$ 35 mil, deve ganhar pouco mais de R$ 20 mil.
Descontando os R$ 15 mil de custos, vai sobrar pouco para a família sobreviver até a próxima safra. Em Santa Catarina, a produção projetada era de 243 mil toneladas contra 245 mil toneladas no ano passado. Mas esse número pode ter uma queda em virtude das chuvas.
Fonte: Diário Catarinense
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