Muito se discute sobre o aquecimento global e suas causas, porém, para uma linha de especialistas em meteorologia, o planeta vive uma fase de resfriamento. A informação é baseada nos dados históricos e técnicos de ciclos que se repetem a cada 30 anos. Desde 1999, os estudos mostram que a Terra entrou em uma fase de invernos mais rigorosos, maior número de tempestades, períodos secos mais agressivos e menores índices pluviométricos. A tendência é de agravamento até 2030.
Os dados científicos sobre essa linha de pesquisa chamaram a atenção do Presidente do CFMV, Benedito Fortes de Arruda, e foram apresentados pelo especialista em meteorologia, Luiz Carlos Baldicero Molion (foto), no dia 09 de fevereiro, na abertura da Sessão Plenária Ordinária do CFMV, realizada de 9 a 11 de fevereiro de 2011, em Maceió, AL. Molion é graduado em física pela USP e estudou meteorologia nos Estados Unidos e Reino Unido. Ele é pesquisador sênior apostado do INPE/MCT e atualmente professor associado da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) entre outras atuações.
Contrário a idéia de aquecimento, Molion informa que a temperatura atual é inferior a média dos últimos 10 anos. Ele esclarece que as alterações são influenciadas por ciclos e fenômenos, como também pelas mudanças nos oceanos. Para o pesquisador existe um alarmismo excessivo sobre as mudanças climáticas e a responsabilização do homem e suas atividades por esta alteração. “O ser humano habita apenas 7% da superfície da Terra e não teria como ser o responsável pela mudança global”, comenta Molion. Ele enfatiza que a concentração de pessoas em grandes centros pode alterar o micro-clima local, mas não influencia diretamente em todo o clima do planeta.
O alerta é dado para os próximos anos. “O sol produzirá menos energia e os oceanos estão se esfriando”, comenta o pesquisador. Ele acredita que a situação está próxima do que houve durante a fase fria da Terra, de 1947 a 1976. Caso o ciclo se repita, Molion teme pelos animais, em especial os que são criados a pasto, pois podem vir a perder peso e não resistir como já ocorreu em períodos frios anteriores.
Influencia – A Pecuária, uma das principais atividades econômicas do Brasil, na qual a Medicina Veterinária e Zootecnia atuam diretamente, sofre uma penalização excessiva como agente causador de poluição.
De acordo com dados de Molion, a relação não pode ser justificada, já que os rebanhos estão em crescimento, com aumento de 17 milhões de ruminantes ao ano e, no mesmo período, as taxas de metano seguem estáveis (gráfico). Ele acredita que a preocupação com a conservação ambiental é uma necessidade para a sobrevivência humana, mas não influencia diretamente no clima.
Assessoria de Comunicação CFMV
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