Município de Candiota decretou situação de emergência após registrar perdas de R$ 3,6 milhões.
O município gaúcho de Candiota foi a primeira vítima do La Niña no Rio Grande do Sul. A seca trazida pelo fenômeno impede o início do plantio do milho, as outras culturas não vingam e os animais não encontram pastagens. A prefeitura da cidade decretou situação de emergência após registrar perdas de mais de R$ 3,6 milhões nas produções agrícola e pecuária.
Estael Sias, da Central de Meteorologia, lembra que há muito já se anunciava o período de seca devido ao La Niña. E os prognósticos não são animadores: indicam que o fenômeno continuará ativo até meados do outono. Na metade sul do RS, a previsão é de que a chuva fique abaixo da média em janeiro (110/120 mm).
Conheça a situação de algumas culturas no Estado:
Arroz
As condições atuais permitem o desenvolvimento das lavouras sem nenhum tipo de problema. Na fronteira oeste, principal região produtora do Estado, a chuva do início do mês auxiliou na fase de irrigação da planta.
Milho
Plantada principalmente na metade norte, nas regiões de Passo Fundo, Erechim, Cruz Alta e Ijuí. As chuvas bem distribuídas dos últimos meses têm favorecido o milho, que está na fase de enchimento de grãos. Como em dezembro as chuvas foram em média de 200mm, as expectativas para a colheita são ótimas e, se o clima continuar colaborando, essa deve ser uma das melhores safras na região.
Soja
Na metade norte, a soja começou a ser plantada em outubro e atualmente está na fase de desenvolvimento vegetativo. Devido às boas chuvas e a não incidência de pragas, a situação está excelente. De forma geral, a região não vem sentindo os efeitos do La Ninã. Na Metade Sul, a estiagem que perdurou do final de outubro a início de dezembro fez com que 70% da área fosse plantada em dezembro na região de São Gabriel. No entanto, as chuvas desse mês fizeram com que a planta germinasse e entrasse na fase de desenvolvimento vegetativo.
Pecuária
A região mais prejudicada pela estiagem na pecuária é a Campanha. Devido à falta de chuva, as pastagens não se renovam e ficam secas, aumentando o custo do produtor em até 100% para manter o gado gordo com alimentação artificial.
Fonte: Zero Hora
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