De acordo com Farias, ideia é simular cenários climáticos a partir de definições hipotéticas de condições de temperatura, radiação solar, umidade relativa do ar e concentração de CO2. “O novo equipamento será importante instrumento para auxiliar na caracterização do comportamento das plantas frente às variáveis ambientais, mas também pode colaborar com a avaliação do comportamento de pragas, doenças e plantas daninhas em soja, em diferentes cenários”.
Em Londrina, as câmaras de crescimento já estão em fase de ajustes e devem começar a ser utilizadas por diferentes equipes de pesquisa em 2011. A primeira ação de pesquisa da Embrapa Soja será avaliar o comportamento das plantas de soja a diferentes concentrações de CO2 e à disponibilidade de água.
“Os resultados obtidos serão muito importantes porque ajudarão a definir as ações de pesquisa. No caso do melhoramento genético, por exemplo, podemos observar a necessidade de alterar a arquitetura da planta para minimizar os efeitos de alterações climática”, explica.
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