O primeiro, já praticamente vencido, é o atraso na implementação da safra por causa do prolongamento da estação seca. As precipitações, que costumam retornar ao estado na segunda quinzena de setembro, neste ano chegaram apenas em outubro e, conforme os meteorologistas, só devem se estabelecer de maneira regular no final deste mês.
A boa notícia é que, uma vez estabelecido, o regime de chuvas deve ser regular em Mato Grosso durante o desenvolvimento das lavouras de soja, conforme previsão do Instituto Somar. A segunda prova de fogo imposta ao estado pelo La Niña será a intensificação das precipitações, que pode prejudicar a maturação das plantas e os trabalhos de colheita. As chuvas devem acumular volumes acima do normal entre janeiro e fevereiro.
Segundo meteorologistas, o fenômeno poderá deixar sequelas também na safrinha de milho e algodão, que podem ter área reduzida e rendimento comprometido pelo clima.
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