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Brasília (08/11/2010) – A madeira produzida a partir de florestas plantadas tem comprador certo, reflexo da expectativa de aumento da demanda por parte das indústrias siderúrgicas e de outros setores, como a construção civil. Outro fator que vai resultar no aumento da procura por madeira reflorestada é a proibição, nos próximos anos, da queima de madeira nativa nos fornos das indústrias siderúrgicas. Para discutir as oportunidades e o potencial desse mercado, a Associação dos Reflorestadores do Tocantins (ARETINS) organizou para amanhã (9/11) e quarta-fera (10/11) o 1º Congresso Florestal do Tocantins – Tocantins Florestal.
Durante dois dias, especialistas de vários Estados discutirão, em Palmas (TO), questões técnicas e as condições de mercado para a madeira produzida a partir de áreas reflorestadas. A demanda por madeira produzida no Tocantins está aquecida e as perspectivas são promissoras para os próximos anos. A madeira produzida no Estado abastece parte da demanda de dois pólos siderúrgicos instalados nos municípios de Açailândia (MA) e de Marabá (PA) que reúnem cerca de 20 siderúrgicas.
Hoje, as siderúrgicas ainda têm autorização para queima de árvores nativas, prática que provavelmente será banida nos próximos anos devido às pressões ambientais. “Se 100% do consumo dessas indústrias fosse atendido com madeira de reflorestamento, elas demandariam, por ano, aproximadamente 90 mil hectares de florestas”, afirma o vice-presidente da ARETINS, Irajá Abreu.
Dados da associação mostram que 50 mil hectares são ocupados com florestas plantadas hoje no Tocantins. Em todo o País, a área total ocupada com eucalipto e pinus somou 6,310 milhões de hectares em 2009, de acordo com dados da Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas (ABRAF).
De acordo com especialistas, as condições de clima e solo garantem ao Brasil uma situação mais competitiva em relação a outros países no segmento de florestas plantadas. Aqui, uma árvore de reflorestamento atinge o ponto ideal de corte num prazo de sete anos. Nos países da Europa, o corte só pode ser feito com 30 anos. “O Brasil desponta como país potencial para a atividade de florestas plantadas”, afirma o vice-presidente da ABRAF.
O País tem outros diferenciais em relação aos demais países. “Os solos férteis, o clima, e o regime de chuvas daqui são ideais para o plantio de eucalipto”, lembra Irajá Abreu. A posição geográfica do Estado facilita a venda da madeira para o mercado interno e para a exportação, escoamento facilitado pela logística de transporte. O baixo preço da terra em relação a outros Estados também é um atrativo para os investimentos. Há, também, políticas específicas de incentivos fiscais e financiamentos para o reflorestamento.
Assessoria de Comunicação – 1º Congresso Florestal do Tocantins – Tocantins Florestal
Robson Trevisan
(67) 9227 9379
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