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Reunião técnica sobre plantas bioativas

Reunião Técnica sobre Plantas Bioativas acontece em novembro

Plantas bioativas são aquelas que possuem alguma ação sobre outros seres vivos e cujo efeito pode se manifestar tanto pela sua presença em um ambiente, quanto pelo uso direto de substâncias delas extraídas. Assim, são consideradas bioativas as plantas medicinais, aromáticas, condimentares, inseticidas, repelentes, tóxicas e inclusive as de cunho místico religioso. Para ampliar a discussão a respeito de seu estudo e aplicação na saúde pública do Rio Grande do Sul e do Brasil, uma comissão de especialistas vem se reunindo aqui no Estado desde 2006. A 5ª edição da Reunião Técnica Estadual sobre Plantas Bioativas ocorre nos dias 18 e 19 de novembro, no Centro de Eventos, em Nova Petrópolis.

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Para este ano, a organização do evento pretende envolver um maior número de profissionais da saúde, que estão intimamente ligados à implantação do uso de fitoterápicos no Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com a técnica da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio (Seappa), Agda Ikuta, a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos prevê a prescrição de fitoterápicos pelos médicos do SUS aos seus pacientes. "Nós estamos trazendo exemplos de médicos que já são adeptos dessa prática para mostrar àqueles que ainda apresentam certa resistência, que o tratamento é eficaz. Basta apenas obter o conhecimento", explica Agda.

Outra inovação que a 5ª Reunião apresenta é a criação de um espaço para apresentação de experiências de sucesso de cultivo, manejo e utilização de plantas bioativas. A farmacêutica da Emater/RS, Ana Maria Valls, comenta que a intenção por meio desse grupo é divulgar projetos que acontecem em alguns municípios, ou universidades, de forma isolada, e que trazem grandes contribuições para a efetivação da introdução das plantas medicinais na saúde. "Nós (referindo-se à Seappa e Emater) temos o compromisso de divulgar e fomentar essa prática e o cultivo das plantas nas condições necessárias para a posterior transformação em medicamento", esclarece Ana.
fonte: Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Lucas Motta

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Lucas Motta
Tags: milho

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