Causando danos a 16 mil propriedades rurais na Rússia, Ucrânia e países do Mar Negro, a seca recorde na região deve beneficiar o agricultor brasileiro. A intempérie climática custou ao setor agrícola prejuízos de mais de US$ 1 bilhão.
Os prejuízos na produção de trigo, principalmente da Rússia, elevaram a projeção dos preços do grão. A possibilidade de lucrar mais fez o produtor brasileiro passar da cautela de dois meses atrás para o otimismo, de acordo com Fernando Pimentel, da consultoria Agrosecurity.
Se não fossem os problemas no Hemisfério Norte, conta Pimentel, os contratos de soja, negociados atualmente a mais de US$ 10 o bushel, estariam em torno de US$ 9.
Com a quebra da safra no Leste Europeu, a demanda dos complexos de energia e proteína deve ser transferido para produtos como milho, soja, trigo e canola, produzidos em outras regiões, entre elas o Brasil.
No início de agosto, Moscou anunciou que, para garantir o suprimento doméstico, além de evitar o aumento dos preços, reduziria as exportações de trigo e derivados até o fim do ano.
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