No período, a produção industrial de suínos foi a que mais se ampliou (36,7%), enquanto a produção de subsistência (destinada ao auto-consumo nas propriedades, as quais eventualmente vendem algum excedente) registrou queda (-34,1%), indicando que a atividade suinícola no País esta em rápido processo de profissionalização.
Os abates totais, de 2004 a 2009, aumentaram 27,6%, com destaque para os realizados sob Inspeção Federal-SIF, que cresceram 38,8%, enquanto que aqueles com outras certificações diminuíram 3,4%, pois algumas plantas industriais, que tinham certificação estadual, passaram a ter o status federal.
Entre 2004 e 2009, os abates sob SIF passaram de 77,7% para 83,1% dos abates totais, confirmando o avanço das garantias dadas à carne suína brasileira. No período, a produção destinada ao auto-consumo (subsistência) caiu (-17,6%). Esta parcela da produção não é rastreada e, com a sua gradativa redução, os riscos sanitários também se reduziram.
As exportações, de 2004 para 2009, aumentaram apenas 19,0%, pois o potencial de crescimento foi afetado pelas barreiras comerciais impostas pelos principais países importadores. Também contribuíram para esse desempenho o alto nível de subsídios nas exportações da Europa e dos Estados Unidos e, em menor proporção, a melhora na competitividade da produção norte-americana. Em compensação, o mercado interno brasileiro cresceu, no mesmo período, 22,4%, principalmente nos últimos dois anos.
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