Analistas disseram que uma série de fatores explica a forte valorização do café. Um dos principais é o fato de a safra brasileira ainda não ter entrado com força no mercado internacional, principalmente para os cafés de qualidade superior.
"Aliado às baixas vendas dos países produtores, houve uma cobertura de posições vendidas por parte de fundos e também o vencimento de contratos de opções, que atraiu muitos compradores", disse Rodrigo Costa, operador da Newedge, de Nova York. Ele observou que o último pregão da semana passada em Nova York bateu o recorde de negociações diárias de contratos de café, com 110 mil lotes.
Apesar de o mercado esperar por uma grande produção, o período de entressafra do café no Brasil também está puxando os preços no mercado doméstico. Na sexta-feira, o indicador Cepea/Esalq fechou com uma valorização de 2,3%, a R$ 304,45 por saca. Esse é o patamar mais elevado desde junho de 2005.
A valorização ocorre na mesma semana em que a Organização Internacional do Café (OIC) revisou para baixo sua estimativa para a produção mundial em 2009/10. São esperadas 120,6 milhões de sacas, volume 5,8% menor que safra anterior e também abaixo da estimativa de abril, quando a produção era estimada em 121,9 milhões de sacas.
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