Segundo a senadora, a classe média rural, na prática, está excluída do sistema oficial de crédito.
– Estes produtores investem em tecnologia, mas não têm acesso aos recursos do crédito rural oficial – declarou.
Para Kátia, a exclusão tem um preço elevado, já que eles precisam financiar sua produção com recursos da iniciativa privada.
– Para custear as lavouras, buscam recursos com financiadores privados (tradings e multinacionais), pagando taxas de juros elevadas.
Estimativas da CNA mostram que a taxa de juros efetiva praticada no crédito rural chega a 15% ao ano na região Sul e a 21% ao ano no Centro-Oeste.
Veja aqui a nota da Superintendência Técnica da CNA, com avaliações sobre os principais pontos do PAP 2010/2011.
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