O excesso de chuva comprometeu parte da safra de feijão no oeste do Paraná. Os produtores, preocupados com a qualidade dos grãos que saem das lavouras.
O sol aquece o trabalho nas lavouras de feijão no oeste do Paraná. Depois de quase 20 dias de chuva o agricultor Roger Folador adianta o serviço na roça. Ele pretende colher 90 toneladas dos grãos nos próximos 15 dias. Pela primeira vez, investe no plantio e não está contente com a qualidade.
Nesta safra o problema foi o a chuva que castigou as lavouras de feijão. O excesso de umidade fez o grão perder a qualidade e alguns produtores tiveram de adiar o início da colheita.
No Paraná, a expectativa é colher 294.502 toneladas de feijão. São 19% a menos que no ano passado.
“A cultura é totalmente sensível. Três ou quatro dias com umidade, com calor, começa a ter grãos mofados, ardidos e brotados. Na hora da comercialização, vai ter um preço totalmente diferenciado. Então, hoje o produtor vai receber conforme a qualidade do produto”, explicou Jovelino Pertile, técnico agrícola da Secretaria de Agricultura do Paraná.
Fonte: Globo Rural
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