Espiga de milho formada, mas sem grãos. Pé de feijão nascido, mas sem vagem.
O agricultor José Alves mostrou a terra seca e lamenta a lavoura praticamente perdida. “O milho e o feijão estão morrendo. O feijão não tem. O milho morrendo. A lagarta caiu em riba”, falou.
Essa é a realidade de muitos agricultores da região. Ao olhar para a lavoura, a impressão que se tem é de quem o plantio deu certo e a safra vingou. Os pés de milho ganharam altura e a espigas se formaram. Mas ao serem abertas, estão secas.
Segundo a Ematerce, a perda média da lavoura do Ceará já é de 57%. Na região Norte, ultrapassa os 60%. Para muitos agricultores, é uma perda acumulada já que no ano passado choveu demais e os plantios ficaram alagados.
“Se chover não salva mais nada porque passou do tempo”, lamentou o agricultor Francisco das Chagas.
A Ematerce, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará, está preparando os relatórios de perdas com a estiagem para encaminhar ao Ministério do Desenvolvimento Agrário. O objetivo é tentar antecipar o pagamento do Garantia Safra, seguro federal pago aos agricultores que tiveram prejuízo com as lavouras.
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