O assessor especial para assuntos internacionais da Presidência da República Marco Aurélio Garcia minimizou nesta quinta-feira a disputa entre Brasil e Argentina em torno das licenças não automáticas de importação de alimentos.
O Brasil se queixa do retardo do governo do país vizinho na concessão das licenças de importação, o que afeta vários setores e mais especialmente o de alimentos nos últimos dias –caminhões têm ficado esperando por dias na fronteira por uma autorização. Pelas regras da OMC, as licenças não podem demorar mais de 60.
"Nossa briga com a argentina só tem consistência no futebol. Foi uma medida isolada de um funcionário de segundo escalão [da aduana argentina]", disse.
Segundo ele, o problema poderá ser revolvido facilmente pela via da negociação e não há clima de "disputa" –muito menos de "guerra" ou "guerrilha"– entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Cristina Kirchner, que deverão tratar do assunto em breve.
O Brasil ameaça reagir diante da posição argentina e atrasar a entrada de produtos do país vizinho. Garcia não descarta uma retaliação, mas diz que, se ela ocorrer, será pontual e não afetará os fortes laços de cooperação entre os dois países.
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