A Bolsa Brasileira de Mercadorias lançou em abril a negociação eletrônica de boi gordo no mercado físico, a Bolsa de Carnes. O primeiro negócio já foi realizado.
O sistema é simples, por meio da corretora escolhida, pecuaristas lançam seus produtos no sistema para a venda e frigoríficos lançam seus lances de compra. Os pecuaristas especificam as características, preço mínimo, localização da propriedade onde estão os animais, forma de acesso a ela e a quantidade de animais ofertados. Os lotes devem corresponder a uma carga de caminhão fechado ou carreta.
Uma das vantagens para o produtor, é que nesse sistema os frigoríficos devem depositar 90% do valor do negócio na conta de liquidação da Bolsa, no Banco BMF, três dias antes do embarque dos animais adquiridos, os 10% restante ficam para ser pagos posteriormente diretamente pelo Frigorífico ao pecuarista, esse volume é para eventuais ajustes que possam ser necessários. O pagamento só ocorre após o envio do romaneio à bolsa.
O primeiro negócio satisfez ambas as partes e foi realizado por duas empresas do Mato Grosso do Sul, o Frigorífico Boibras de Nova Andradina – MS e a Agropecuária Córrego Azul de Brasilândia. O negócio foi feito com um lote de 432 @, referentes a 32 fêmeas de cruzamento Industrial ao preço de R$71,82 @.
Hoje o sistema é especulativo e muito parcial, com o sistema novo a comissão paga pelo frigorifico é menor e permite uma interação melhor entre as duas partes.
É importante destacar que a operação na BBM, atrairá novos usuários para o mercado de derivativos na BMF, isso irá aumentar o número de produtores usando as ferramentas de hedge e operando os futuros de boi.
Se desejarem mais informações sobre esse sistema de negociação e sobre os futuros de boi, podem entrar em contato através do telefone (67)3422-0131 ou pessoalmente na Av. Presidente Vargas, 615 Galeria Antônio Carlos.
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