"Trabalhamos com a previsão de que, se a Europa cumprir com suas diretrizes, parte desse mercado deverá ser abastecido com importações de biocombustíveis. Nos preparamos para ocupar parte desse mercado, tanto de etanol quanto de biodiesel", assegurou o presidente.
Nesse sentido, a Petrobras Biocombustíveis iniciou sua estratégia de acesso ao mercado europeu com um acordo com a portuguesa Galp Energia anunciado esta semana e pelo qual processarão em conjunto em Portugal diesel vegetal a partir de óleo de palma cultivada no Brasil.
O chamado Projeto Belém prevê a produção de 250 mil toneladas de biodiesel por ano, que serão destinados ao mercado ibérico de biocombustíveis, do qual a Galp tem 50% do mercado português e 10% do espanhol.
Além das plantações no Brasil, o projeto inclui a construção de uma unidade industrial de biodiesel em Portugal, com um investimento de US$ 530 milhões: US$ 90 milhões para produzir a matéria-prima no Brasil e US$ 240 milhões para estabelecer a central de produção em Portugal.
Rossetto declarou que a prioridade da Petrobras continua sendo o Brasil e a consolidação dos biocombustíveis no País.
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