As commodities agrícolas subiram ontem e recuperaram-se parcialmente das quedas acumuladas nos dias anteriores. A melhora de humor dos especuladores, após a divulgação de dados positivos sobre a economia dos Estados Unidos e a expectativa de socorro à Grécia, atraiu capitais para os mercados futuros.
Com a maior disposição dos investidores em correr riscos, o dólar perdeu força e tornou as commodities atraentes para agentes que usam outras moedas. Na Bolsa de Nova York, os contratos de açúcar para entrega em julho fecharam com valorização de 2,89%, cotados a 15,29 centavos de dólar por libra-peso.
Segundo analistas, a commodity teve uma correção de ordem técnica depois de cair, no pregão anterior, para o menor nível de preço em quase um ano. Também em Nova York, a cotação do café para julho fechou em alta de 0,52%, a 134,60 centavos de dólar por libra-peso – maior cotação em duas semanas.
Em Chicago, o milho para entrega em julho subiu 1,37% e fechou com a maior cotação em um mês – US$ 3,69 por bushel. Segundo analistas, o mercado voltou a ser impulsionado pela notícia de que a China importou 115 mil toneladas de milho dos EUA. Foi a primeira compra chinesa em quatro anos e a maior desde a temporada 1998/99. O negócio fez crescer a especulação de que a China, mais cedo ou mais tarde, se tornará um importador líquido de milho.
Fonte: O Estado de S.Paulo
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