Piso em um ano. As perspectivas de aumento da oferta e redução da demanda voltaram a derrubar as cotações do açúcar na sexta-feira na bolsa de Nova York. Segundo a agência Dow Jones Newswires, com a nova baixa os preços desceram ao menor patamar em um ano naquele mercado. Os contratos com vencimento em maio encerraram a sessão negociados a 15,66 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 41 pontos, ao passo que os futuros para entrega em julho recuaram 39 pontos, para 15,75 centavos de dólar. Desde o início de fevereiro, a desvalorização acumulada se aproxima de 50%. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal (com impostos, sem frete), caiu 0,83%, para R$ 61,91. No mês, há baixa acumulada de 7,73%.
Teto em dois anos. A oferta curta e a expectativa de recuperação da demanda global levaram as cotações do algodão ao maior nível em dois anos na sexta-feira na bolsa de Nova York, conforme relato da agência Dow Jones Newswires. Os contratos com vencimento em maio subiram 184 pontos e atingiram 84,26 centavos de dólar por libra-peso, enquanto os papéis para julho fecharam a 86,20 centavos de dólar, alta de 138 pontos, e dezembro ganhou 20 pontos e alcançou 77,39 centavos. Com fundamentos "altistas", fundos de investimentos foram atraídos e catapultaram a valorização. Em Rondonópolis (MT), a arroba saiu por pouco mais de R$ 51, de acordo com levantamento realizado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
Realização de lucros. Após a sequência de altas que levou as cotações da soja ao maior patamar em três meses na bolsa de Chicago, a sexta-feira foi de realizações de lucros e queda. Os contratos com vencimento em maio encerraram a sessão a US$ 10 por bushel, baixa de 4,25 centavos de dólar em relação à véspera, ao passo que os futuros para entrega em julho recuaram 5 centavos de dólar, para US$ 10,10. Apesar da retração, os preços mantiveram-se em elevado patamar já neste início de "weather market" americano, quando os efeitos climáticos para o desenvolvimento das lavouras nos EUA costuma concentrar as atenções. Em Sorriso (MT), a saca de 60 quilos saiu por R$ 27, conforme levantamento realizado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
Queda em Chicago. Vendas de fundos e realizações de lucros determinaram a retração dos preços do milho na sexta-feira na bolsa de Chicago, informou a Dow Jones Newswires. Os contratos com vencimento em maio recuaram 9,25 centavos de dólar e fecharam a US$ 3,53 por bushel, enquanto os futuros para julho encerraram a semana passada negociados a US$ 3,61 por bushel, em queda de 10,50 centavos de dólar. O clima favorável ao plantio nos Estados Unidos colaborou para as vendas, conforme traders do mercado. Chamou a atenção a liberação de um novo milho transgênico da Syngenta para plantio nos EUA. No Paraná, a saca de 60 quilos do grão saiu, em média, por R$ 13,88, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura do Estado.
Fonte: Valor Econômico
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