Alta do dólar. Os preços do suco de laranja tiveram a primeira baixa na semana no pregão desta quinta-feira, na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em julho recuaram 300 pontos e terminaram o dia valendo US$ 1,3595 por libra-peso, influenciados pela valorização do dólar no mercado internacional. Além da pressão provocada pelo dólar, analistas disseram que a retração de quinta-feira estava ligada a fatores técnicos, já que havia o sentimento de que os preços haviam subido demais nos primeiros pregões da semana. Esse fator abriu espaço para um movimento de venda, segundo a Dow Jones Newswires. No mercado interno, a laranja para indústria foi cotada a R$ 8,00 por caixa, queda de 3,9% na média de cinco dias, segundo dados do Cepea.
Esmagamento nos EUA. Os preços da soja tiveram o terceiro dia consecutivo de alta na bolsa de Chicago. Os contratos com vencimento em julho terminaram o pregão de quinta-feira valendo US$ 10,150 por bushel, valorização de 9 centavos de dólar sobre o dia anterior. Esse é o patamar de preços mais elevado dos últimos três meses. Analistas consultados pela Dow Jones Newswires informaram que a alta foi motivada por compras técnicas de fundos e pela demanda aquecida pelo produto americano. Além disso, o relatório de esmagamento de soja nos Estados Unidos foi mais forte do que o esperado. Em março foram processadas 156,1 milhões de bushels, superando o desempenho de fevereiro. Em Rondonópolis (MT), a saca foi cotada a R$ 31,00, alta de 4% segundo o Imea.
Fim da disparada. O IqPR, índice de preços recebidos pelos produtores agropecuários de São Paulo pesquisado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) – vinculado à Secretaria da Agricultura do Estado -, registrou variação negativa de 0,07% na segunda quadrissemana de abril. Foi a a primeira queda após 12 altas seguidas, confirmando a tendência de desaceleração verificada na primeira quadrissemana do mês. A baixa média foi determinada pelo grupo de 14 produtos de origem vegetal. Este caiu 0,85% no período, com destaque para as retrações das laranjas para mesa (16,6%) e para indústria (13,6%) e tomate para mesa (9,97%). O grupo de produtos de origem animal, formado por seis itens, subiu 1,89% na média ponderada, puxado por carne bovina (5,52%) e leite B (4,10%).
Fonte: Valor Econômico
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