São duas disputas que já duram anos: o Brasil procura facilitar a entrada do álcool nacional, de cana-de-açúcar, nos EUA, mas a pressão de produtores americanos de milho (base do álcool americano) impede uma decisão favorável daquele governo.
No caso do algodão, por causa dos subsídios dados pelos EUA à produção local, o Brasil conquistou o direito de retaliar o país até US$ 830 milhões (no cálculo para 2010), em disputa decidida pela OMC (Organização Mundial do Comércio).
No início deste mês, os EUA apresentaram ao Brasil as primeiras propostas de compensação para tentar impedir a retaliação, e o Brasil decidiu adiar a sobretaxação de importados americanos -em um primeiro momento, até o próximo dia 22.
Segundo a Folha apurou, as taxas americanas de importação de álcool brasileiro podem ser usadas como elemento nessa negociação.
Dias depois do anúncio brasileiro de adiamento da retaliação, o presidente Barack Obama divulgou o Orçamento para 2011, que inclui a renovação por um ano das tarifas à importação de álcool e dos programas de subsídio aos americanos.
Fonte: Folha de São Paulo
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