JBS é líder setorial do Ranking Forest 500

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A JBS, líder global em proteína animal e segunda maior indústria de alimentos do mundo, foi classificada no Ranking Forest 500 como a empresa brasileira do setor de proteína que apresenta os menores riscos de vínculo com o desmatamento em suas operações. A Companhia figurou, ainda, entre as três empresas mais bem classificadas do Brasil, considerados todos os setores da economia.    

Ranking Forest 500 é elaborado anualmente, desde 2014, pela organização ambiental britânica Global Canopy, think thank que compila e analisa dados de empresas que atuam em cadeias de abastecimento com risco de desmatamento, tais como óleo de palma, soja, gado, madeira, papel e celulose. A partir disso, verifica se as companhias estão abordando os riscos de desmatamento por meio de suas políticas e o que estão fazendo para implementar seus compromissos de sustentabilidade. No escopo global, a JBS ficou entre as 40 mais bem colocadas entre as 500 empresas que compõe o ranking de 2020.  

“Esse resultado é mais um reconhecimento das boas práticas socioambientais empregadas pela JBS em seus processos produtivos. Além disso, demonstra que o nosso compromisso de produzir com qualidade e de maneira cada vez mais sustentável está sendo bem recebido globalmente”, afirma Márcio Nappo, diretor de Sustentabilidade da JBS.  

JBS tem obtido importantes reconhecimentos em sustentabilidade  

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Esse não foi o único reconhecimento em sustentabilidade recebido pela JBS recentemente. No final de 2020, a CDP, maior e mais respeitada plataforma global de informações corporativas de sustentabilidade, informou em seu último report que a JBS obteve a melhor posição entre as Companhias brasileiras do setor Food, beverage & tobacco Além disso, a empresa saltou oito posições na classificação geral do ranking Coller FAIRR Protein Producer Index, divulgado em novembro de 2020, naquele que foi o maior crescimento entre as empresas listadas na bolsa brasileira. 

Mais recentemente, no início de janeiro, a Companhia foi mais uma vez selecionada para fazer parte da carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3, que leva em conta o compromisso das empresas com a gestão das emissões de gases de efeito estufa.

“Todas essas validações nos motivam a seguir evoluindo em nossas práticas de sustentabilidade e servem como combustível para a nossa missão de liderar o setor pelo exemplo e expandir as boas práticas para além da nossa cadeia produtiva”, completa Márcio Nappo. 

 

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