Valor da exportação de frutas e nozes cresce 11% em julho. No tocante ao volume embarcado, alta foi de 35% na comparação anual.
As exportações de frutas e nozes não oleaginosas no mês de julho já apresentaram sinais de recuperação, com crescimento de 11% em valor e 35% em volume em relação ao mesmo mês do ano passado, aponta boletim semanal da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), referente ao período de 3 a 7 de agosto, e divulgado no sábado (07).
Porém, importantes polos produtores de frutas como Rio Grande do Norte, Ceará e Vale do São Francisco preparam para intensificar as exportações a partir da próxima semana. Por conta da pandemia, os esforços estão sendo direcionados para aumentar os cuidados com a saúde dos trabalhadores. Procedimentos rígidos de higiene estão sendo adotados nas hospedagens, meios de transportes e packing houses.
As indecisões dos governos estaduais quanto à retomada das atividades têm gerado oscilações nas demandas por hortaliças e frutas, principalmente nos estados da Região Sul e São Paulo.
Diante disso, parte dos produtores de hortaliças está adequando o tamanho da área de plantio à demanda de forma a equilibrar o mercado e evitar quedas de preços. Os produtores de alface e tomate estimam uma redução de área próxima a 25% e 5%, respectivamente, para os meses de maio, junho e julho. O resultado será uma diminuição da oferta desses produtos para as próximas semanas.
FONTE: DATAGRO.
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