Setor produtivo e governo avaliam relação comercial agrícola com a União Europeia durante crise da pandemia.
Segundo o ministério da Agricultura, até o momento não há nenhuma informação de problemas no ingresso de produtos agropecuários brasileiros no bloco.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu uma conversa ao vivo por meio do Instagram, na última sexta-feira (03), para avaliar os impactos na relação comercial entre o agro brasileiro e a União Europeia com a crise econômica mundial provocada pelo coronavírus.
O encontro virtual contou com a participação da superintendente de Relações Internacionais da CNA, Lígia Dutra, e do adido agrícola do Brasil em Bruxelas, (Bélgica), Guilherme Antônio da Costa Júnior.
Segundo o representante do Ministério da Agricultura, apesar da gravidade da pandemia na Europa, as medidas de controle adotadas estão sendo eficientes e o fluxo de produtos exportados e o abastecimento interno estão normais, até o momento.
“Estamos monitorando a situação diariamente com autoridades, importadores e exportadores. Até o momento não temos nenhuma informação de problemas no ingresso de produtos agropecuários brasileiros aqui na Europa”, disse ele.
O adido agrícola destacou que o bloco estabeleceu formas de facilitar o comércio com outros países e, temporariamente, permitiu a apresentação da certificação sanitária escaneada. Em reciprocidade, o Brasil também adotou a medida em relação aos produtos europeus.
“Temos que manter um monitoramento cuidadoso, mas ter tranquilidade. O Ministério da Agricultura está tomando todas as ações necessárias para garantir a produção, o abastecimento e a segurança alimentar no Brasil. Nesse momento, o mais importante é prudência e informações robustas”, afirmou.
Para a superintendente de Relações Internacionais da CNA, as medidas adotadas pelo bloco e a continuidade dos negócios bilaterais demonstram a confiança que existe em relação ao Brasil. Em 2019, as exportações de produtos agropecuários brasileiros para a União Europeia representaram US$ 16 bilhões.
“A decisão de facilitar o comércio, por meio de certas medidas, em razão da situação atual, mostra que somos um fornecedor confiável para eles. O Brasil é um celeiro, fornecedor de alimentos para o mundo e isso representa a segurança dos alimentos brasileiros. Vamos reforçar ainda mais os nossos laços comerciais”, analisou Lígia Dutra.
FONTE: DATAGRO.
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