Categories: Economia

Apoio para habilitar exportações de pescados

Setor de pescados solicita ao governo apoio para habilitar exportações com destino a Israel.

País do Oriente Médio é o quarto maior importador de filé de tilápia congelado.

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A Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) solicitou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apoio para habilitar frigoríficos de peixes de cultivo no Brasil para exportação a Israel.

Em março de 2019, representantes da Peixe BR participaram da comitiva do presidente Jair Bolsonaro em visita a Israel. Entre outros temas, a entidade tratou da possibilidade de abertura do mercado israelense para a tilápia brasileira, uma vez que Israel é o quarto maior importador de filé de tilápia congelado do mundo.

Frigoríficos brasileiros de tilápia, associados da Peixe BR, estão recebendo consultas de clientes de Israel. O número de pedidos intensificou-se após o surto de coronavírus na China, principal fornecedor de tilápia para Israel.

“Israel aceita como pré-requisito sanitário os padrões estabelecidos pelos Estados Unidos e pela União Europeia. Além disso, já possui modelo de Certificado Sanitário Internacional acordado com o Brasil. Nosso pleito é que o Mapa solicite às autoridades israelenses que aceite a alteração do pré-requisito de habilitação do Brasil pela União Europeia (regra atual) para os Estados Unidos, bem como a adoção do modelo de certificado sanitário brasileiro”, diz Francisco Medeiros, presidente executivo da Peixe BR.

O Brasil está habilitado a exportar pescado para a União Europeia. E Israel aceita essa habilitação. Porém, as exportações brasileiras para a região estão suspensas devido a restrições feitas pela UE à pesca extrativa do nosso País.

“Nenhuma falha ou irregularidade foi detectada pela UE nas exportações brasileiras de peixes de cultivo. Porém, a comunidade europeia não analisa de forma separada as cadeias de produção de pesca extrativa e de aquicultura. Mesmo sem culpa pela suspensão, a tilápia brasileira está sendo penalizada na Europa, motivo pelo qual estamos buscando outros mercados para nossos peixes”, pontua o presidente da Peixe BR.

FONTE: DATAGRO.

Cristina Crispa

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