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Chineses acenam com apoio a empresas brasileiras

Bancos chineses acenam com apoio a empresas brasileiras.

Os destaques ficaram por conta do financiamento de projetos de infraestrutura, capital de giro, empréstimos bilaterais e derivativos.

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O 2º seminário Serviços Financeiros Brasil/China promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), nesta quinta-feira (19/), chamou atenção para a parceria entre empresas que desejam acessar o mercado chinês e instituições bancárias do gigante asiático.

Em termos econômicos, o Produto Interno Bruto (PIB) chinês é um dos que mais cresce – alta de 6,6% em 2018. De olho nesse mercado consumidor de 1,4 bilhão de habitantes, com uma renda per capita que deve atingir US$ 12,7 mil até 2025, e ávidos por produtos industrializados, empresas brasileiras têm cada vez mais interesse em ofertar seus produtos. Para facilitar a entrada dessas empresas brasileiras, há muitos bancos chineses, com representação no Brasil, que oferecem serviços e financiamentos dos mais diversos.

Para promover essa relação de aproximação entre empresas e instituições bancárias, o seminário contou com a presença de algumas instituições financeiras da China e suas subsidiárias aqui, que puderam apresentar um pouco de seu leque de produtos aos presentes. Os destaques ficaram por conta do financiamento de projetos de infraestrutura, capital de giro, empréstimos bilaterais e derivativos. Estiveram presentes o Bank of China, no Brasil, IBC Brazil, Bocom, CCB e a empresa de transferência de recursos financeiros LianLian Pay.

O diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp, Harry Chiang, pontou que as instituições financeiras possuem perfis diferentes, o que significa que é possível atender diversos tipos de empresas e produtos. “O banco é a parte importante para o business de uma empresa que quer exportar ou importar. As empresas precisam lembrar que a China possui 400 milhões de pessoas que devem acessar à classe média até 2022”, destacou.

Em 2018, o investimento direto da China no Brasil foi de US$ 350 milhões, e do Brasil, na China, de US$ 11 milhões. “Mais uma vez tivemos superávit chinês no Brasil em múltiplas áreas”, concluiu.

Em novembro, a Fiesp irá promover a segunda edição da missão prospectiva à China Internacional Import Expo (CIIE) 2019, com 400 mil compradores chineses.

FONTE: AVICULTURA INDUSTRIAL.

Carine Colim

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Carine Colim

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