Preços do potássio devem seguir baixos devido a maior competição.
Após a maior queda em uma década no mercado de fertilizantes de potássio, que sofre com excesso de oferta, o ano de 2017 pode trazer pouca melhora para o setor, segundo grandes produtores, e uma correção pode levar ainda alguns anos devido ao iminente início da operação de novas minas. A canadense Potash Corp of Saskatchewan, a maior fabricante de fertilizantes do mundo, projetou nesta quinta-feira um ano menos lucrativo do que analistas esperavam, e reportou uma queda inesperadamente grande no lucro trimestral.
Os preços do potássio atualmente flutuam perto de seus menores níveis desde 2007, em meio à sobrecapacidade e ao enfraquecimento dos rendimentos agrícolas, o que incentiva movimentos de consolidação no setor. Além desses problemas que já afligem as mineradoras, diversas novas minas de baixo custo deverão entrar em operação nos próximos anos.
As condições de sobreoferta podem melhorar entre 2020 e 2022, disse o presidente da Agrium, Chuck Magro, durante conferência de investidores na Columbia Britânica na quarta-feira. A Agrium e a Potash Corp pretendem se fundir em meados deste ano para reduzir custos e ganhar maior força competitiva.
“Os mercados estão muito, muito competitivos agora e (a fusão) é o único jeito para podermos competir”, disse Magro. O analista da BMO, Joel Jackson, disse em nota que os resultados fracos das empresas do setor “podem durar anos”. John Benny.
Fonte: Reuters. Autor: Rod Nickel.
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