Nominalmente, o frango vivo comercializado no interior paulista vem obtendo a mesma remuneração de um ano atrás – R$3,10/kg, valor que, em novembro de 2015, vigorou desde o dia 4 até o final do mês e que, em 2016, está em vigor desde 31 de agosto passado. Portanto, sob esse aspecto – o do valor nominal – não há perdas neste ano, já que a evolução de preços vem sendo igual a “zero”. Mas – sem levar em consideração, por ora, o aumento de custos – como fica a situação do produtor sob o aspecto do valor real do dinheiro?
Os dados relativos a outubro divulgados ontem pelo IBGE mostram que nos últimos 12 meses o indicador oficial da inflação brasileira, o IPCA, acumula variação de próxima de 8% – mais exatamente, 7,87%. Esse, portanto, é o índice de desvalorização da moeda brasileira nesse espaço de tempo.
Pois aplicado esse índice aos R$3,10/kg recebidos em novembro de 2015, chega-se à conclusão de que um ano atrás essa importância equivalia a algo próximo de R$3,31/kg. Ou, num raciocínio inverso, que os R$3,10/kg atuais valem, na realidade, menos de R$2,86/kg. A propósito: enquanto recebe, pelo frango vivo, valor real 8% menor que o de um ano atrás, o produtor avícola paga, pelo milho, um valor real 16% superior.
Fonte: Avisite.
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