Queda no mercado de carne sem osso no atacado. Foram raros os momentos de valorização em 2016, na média geral. Considerando todos os cortes pesquisados, as cotações tiveram queda de 1,7% na última semana.
Os cortes do traseiro, produtos mais “caros”, apresentaram desvalorização de 2,0% na média de todos os itens pesquisados. Por outro lado, os cortes do dianteiro ficaram praticamente estáveis, com valorização de 0,2%, o que mostra a maior procura pelas proteínas de menor valor agregado.
Em doze meses, as cotações subiram 3,3%, em média, enquanto o IPCA foi de 8,5%. Ou seja, as indústrias têm comercializado produtos com desvalorização real frente a 2015.
No período, o preço do boi gordo subiu 3,0%, resultado que estreita a margem de comercialização dos frigoríficos, atualmente em 20,0%, valor próximo da média histórica.
Para o frigorífico que vende a carcaça a situação está pior. Estes operam com margem de 13,0% valor cerca de dois pontos percentuais menor que a média histórica.
Fonte: Scot Consultoria.
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