Exportações de couro crescem 2,3% em abril ante igual mês de 2015, informa CICB. Considerando os quatro primeiros meses deste ano, a metragem comercializada foi 8,7% maior que a registrada no primeiro quadrimestre do ano passado.
As exportações brasileiras de couro e peles em abril somaram 15,946 milhões de metros quadrados, alta de 2,3% ante os 15,589 milhões comercializados em igual mês de 2015, informou em nota o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).Considerando os quatro primeiros meses deste ano, a metragem comercializada foi 8,7% maior que a registrada no primeiro quadrimestre de 2015. Em reais, o valor exportado de janeiro a abril alcançou R$ 2,663 bilhões, 7,1% acima dos R$ 2,487 bilhões apurados em igual intervalo do ano passado.
A partir da abril, informa o CICB, a análise das exportações brasileiras de couros e peles passou a ser apresentada em metros quadrados e não mais em número de peles, como ocorria até março, seguindo o padrão adotado mundialmente para a divulgação de informações do gênero do International Council of Tanners (ICT), principal entidade do setor de couros em âmbito mundial.O aumento das exportações em 2016 se deu especialmente em relação aos couros de maior valor agregado, segundo informação do presidente executivo do CICB, José Fernando Bello, divulgada no comunicado.
As vendas externas de couros semiacabados cresceram 114,2% de janeiro a abril ante igual período de 2015, enquanto as de couros acabados avançaram 16,4%. “Esses são dados são fruto de uma grande mobilização em promover sustentabilidade, relacionamento comercial e aprimoramento da imagem do País junto aos mais de 80 países compradores de couro brasileiro”, afirmou Bello. Ele acrescentou que as ações do projeto Brazilian Leather, iniciativa do CICB e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) têm se mostrado determinantes para os resultados positivos. O câmbio também tem sido fator preponderante para a competitividade do produto brasileiro no exterior, lembrou o executivo, para quem é importante o retorno aos níveis de R$ 3,90.
FONTE: ESTADÃO CONTEÚDO.
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