FAO: Preços dos alimentos se estabilizam; o do frango segue em queda.
Em fevereiro de 2016 o Índice FAO de Preços dos Alimentos (FFPI, na sigla em inglês) alcançou a marca dos 150,2 pontos, o que significou estabilidade em relação aos preços de janeiro (150,0 pontos), mas recuo de quase 15% em relação a fevereiro do ano passado (175,8 pontos).
As carnes tiveram, aproximadamente, o mesmo comportamento. Mas permanecem há seis meses com uma evolução relativa de preços inferior à do Índice Geral. Em fevereiro alcançaram a marca dos 148,2 pontos, um ponto percentual (ou pouco mais de meio por cento) acima dos 147,2 pontos de janeiro (índice revisto e atualizado).
Entre os quatro tipos de carne acompanhados pela FAO – bovina, suína, ovina e de frango – apenas duas registraram alta: a bovina e a suína. Esta, porque o mercado tem-se mantido mais “enxuto” com os subsídios à estocagem privada na União Europeia. E a carne bovina porque EUA e Austrália têm mantido suas ofertas restritas.
Permanecem em queda, portanto, os preços das carnes ovina e de frango. Em relação à primeira, a FAO observa que a redução, pelo quarto mês consecutivo, tem características sazonais, decorrendo do aumento de oferta na principal região produtora, a Oceania.
Já em relação à carne de frango a FAO diz, textualmente, que o setor “continua a se beneficiar dos baixos preços das rações, fator que tem contribuído para que as cotações do produto recuem mês após mês desde junho do ano passado”, ou seja, há nove meses.
Pelo jeito, a situação do abastecimento de milho no Brasil neste inicio de exercício ainda não chegou ao conhecimento da Agência da ONU.
Fonte: Avisite.
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