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Receita com complexo carnes apresenta expansão

No grupo das carnes, que representa 12,6% das exportações do agronegócio mineiro, foi observado em janeiro passado crescimento de 14,3% no faturamento, US$ 57,3 milhões, e de 27,6% no volume exportado, 28,3 mil toneladas. O destaque foi a carne bovina, que encerrou o mês com o faturamento 44,3% superior e somando US$ 28,5 milhões. Ao todo, foram exportadas 7,3 mil toneladas, aumento de 60%.

A demanda pela carne de peru também foi alavancada. Os dados da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) mostram que foram exportadas 1,4 mil toneladas, aumento de 61%. O faturamento, US$ 3,45 milhões, cresceu 81,9%.

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Apesar do aumento no volume, o faturamento gerado pelos embarques de carne suína e de frango ficou menor. As exportações de carne de frango movimentaram US$ 22,2 milhões, queda de 8,6%. O volume, 17,7 mil toneladas, ficou 16,6% maior. O impacto negativo se deve ao valor da tonelada, que caiu de US$ 1.598 para US$ 1.253, em janeiro de 2016, retração de 21,58%.

No caso da carne suína, a retração de 40% no preço da tonelada, US$ 1.631, fez com que o faturamento caísse 29%, encerrando o período em US$ 2,18 milhões. O volume cresceu 18,5%, com a exportação de 1,3 mil toneladas.

Soja – O período de entressafra fez com que os resultados do complexo soja ficassem negativos. Em janeiro foi observada queda de 51,85% no faturamento, US$ 5,3 milhões, e de 74,5% em volume, 6,1 mil toneladas.

“No momento a soja está em desenvolvimento no campo, por isso os estoques estão baixos e as exportações em queda. A partir de março, com o início da colheita, a expectativa é de retomada das exportações, principalmente, voltadas para a China”. explica a coordenadora da assessoria técnica da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), Aline Veloso.

Ao contrário da soja, as exportações de milho estão em alta. O faturamento cresceu 1.325% e alcançou US$ 11,6 milhões. O volume ficou 1.445% maior, somando 66,5 mil toneladas. Com a demanda mundial aquecida e o produto mais competitivo em função da desvalorização do real frente ao dólar a tendência é que os embarques continuem em alta.

Com o dólar elevado, as exportações de produtos lácteos também ficaram maiores. No período, foram embarcadas 1,16 mil toneladas, aumento de 145%. O faturamento chegou a US$ 4,8 milhões, alta de 170,8%.

Fonte: Jornal Diário do Comércio/MG.

Marcelo Ramos

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