Região vendeu 15,3 milhões de toneladas de milho e 20,1 milhões de toneladas de soja.
O papel do Centro-Oeste na balança comercial do país foi ressaltado durante o lançamento da Bienal dos Negócios da Agricultura Brasil Central, na sexta-feira (26), na sede da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), em Goiânia. A Bienal será realizada nos dias 31 de agosto e 1º de setembro, em Campo Grande e por ser uma realização das quatro federações de agricultura e pecuária da região, terá lançamentos nos três estados e no Distrito Federal.
Atualmente, o Centro-Oeste responde por 74,6% das exportações de milho e 44% das exportações de soja do Brasil. No ano passado, a região vendeu para o mercado externo 15,3 milhões de toneladas de milho e 20,1 milhões de toneladas de soja. De acordo com assessoria da Federação da Agricultura e Pecuária de MS, o diretor de Relações Institucionais da Famasul, Rogério Beretta, reforçou durante o lançamento da Bienal, os números que fazem a região se destacar na produção e comercialização de grãos.
Segundo ele, um dos objetivos do evento que é levar o entendimento dessa força do campo para a sociedade urbana. “A Bienal tem o tema ‘Conectando o campo e a cidade’ porque, ao mesmo tempo em que é um evento técnico, trazendo discussões dos temas da atualidade para o setor, é a vitrine dessa força que é a agricultura para o País”, destacou.
Na abertura do lançamento, o presidente da Faeg, José Mario Schreiner, afirmou que esta é a região mais importante do país quando o assunto é produção. “Juntos, temos uma atuação muito forte e a Bienal serve para que as federações consigam pensar e discutir as perspectivas e melhorias do setor. Temos muito a crescer e isso somente é possível com tecnologia e capacitação profissional”, completou.
A crescente demanda de alimentos no mundo e as perspectivas da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) de escassez para os próximos anos foi mencionada pelo presidente da Federação de Agricultura e Pecuária do Distrito Federal (Fape-DF), Renato Simplício. “A demanda por alimentos no mundo é crescente e não podemos fracassar. Não podemos analisar isso como um problema, isso é uma oportunidade singular de o Brasil mostrar sua força. Estamos em um momento de inflação alta, desemprego e sabemos que nossa produção pode diminuir o amargo destes índices”, finalizou.
A Bienal da Agricultura é considerada a vitrine do agronegócio já está na agenda dos principais eventos do setor no País. A feira é promovida pelas federações agropecuárias do Brasil Central, entidades que trabalham na defesa do produtor rural, agrupam serviços de aprendizagem e sindicatos e fazem parte da CNA – Confederação da Pecuária e Agricultura do Brasil, que atua no âmbito político nacional e tem representantes nos 26 estados e no Distrito Federal.
Fonte: Capital News. Autor: Elizângela Lemes.
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