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Agronegócio: Exportação do MS para a China

China responde por 29,53% da receita de MS com exportações no trimestre.

Principal produto adquirido pelos asiáticos foi a soja, com 410,842 mil t.

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Chineses também compraram grandes quantidades de celulose e açúcar.

No primeiro trimestre de 2015 o principal parceiro comercial de Mato Grosso do Sul continuou sendo a China. Dos US$ 987,581 milhões em produtos exportados pelo estado no período, o país asiático comprou US$ 291,699 milhões, o equivalente a 29,53% do total, segundo dados do sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior via Web (Aliceweb), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

No acumulado de janeiro a março deste ano, Mato  Grosso do Sul exportou para a China nove tipos de produtos. O principal item foi a soja, com um volume de 410,842 mil toneladas e faturamento de US$ 160,972 milhões. O valor representou 55,18% do total da receita do estado com as vendas para o país.

De toda a oleaginosa vendida por Mato Grosso do Sul no mercado internacional entre janeiro e março, 482,734 mil toneladas que resultaram em um faturamento de US$ 188,692 milhões, os chineses compraram 85,10% do volume, sendo responsáveis por 85,30% da receita.

Além da soja, outros produtos sul-mato-grossenses com vendas expressivas para China neste primeiro trimestre do ano foram a celulose e o açúcar. Do produto do setor florestal foram vendidas 204,694 mil toneladas, o que representou 36,89% de toda a exportação do item pelo estado. Em faturamento, as operações resultaram em US$ 88,893 milhões. Essa receita representou 30,47% da movimentação financeira do estado com as exportações para o país.

Em relação ao açúcar, Mato Grosso do Sul embarcou para a China no período 45,492 mil toneladas, com movimentação de US$ 15,071 milhões, o equivalente a 5,16% do faturamento total do estado com as vendas para os chineses.

Além da China, outros importantes compradores de produtos do estado neste primeiro trimestre foram: a Itália, com US$ 75,372 milhões; a Argentina, com US$ 52,589 milhões; o Vietnã, com 49,085 milhões e Hong Kong, com US$ 47,488 milhões.

Fonte: Agrodebate.

Equipe Agron

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