Agro tem como expandir área de forma sustentável

Segundo Marcos Jank, do Insper, potencial é imenso, mas é preciso trabalhar de forma coerente.

“Em ano de condições atípicas, o agro vem respondendo muito bem aos desafios impostos pela pandemia, com índices de produção positivos em volume, qualidade e sustentabilidade. Este é um cenário atual, que projeta a inserção cada vez maior de nosso setor no mercado internacional”. A afirmação foi do presidente do Sistema Famasul, Mauricio Saito, durante transmissão ao vivo do MS Agro 2020, realizado na quarta-feira (25).

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“Os produtores fazem a ‘tarefa de casa’ para atender proativamente a demanda específica deste período. O campo segue na busca por conhecimento e inovação, pensando lá na frente. Ao mesmo tempo em que registramos queda de área para a agropecuária, tivemos um aumento considerável no volume de proteína produzida. A capacidade de empreender do produtor rural e a inovação garantem a entrega de produtos com qualidade”, acrescentou Saito, que mediou o debate entre os especialistas.

O coordenador do Centro Insper Agro Global, Marcos Jank, conduziu a primeira palestra do evento. “É importante olhar as questões internacionais sob a ótica dos interesses de cada região, considerando um ano atípico no qual o agro se saiu bem comparado a outros setores da economia. Tivemos a inserção internacional do agronegócio.”

De acordo com Jank, em 2020 o Brasil vai exportar US$ 103 bilhões, recorde para o País. “Nunca chegamos a este número. Isso se deve aos bons resultados das safras agrícolas, ao vetor dinâmico real que é o consumo da população asiática, à produção do agro que não parou, ao auxílio entregue pelo governo, logística que funcionou bem. O potencial é imenso, mas é preciso trabalhar de forma coerente”, explica.

Ele reforça que o país tem 15 milhões de áreas com a integração e existem formas de expandir a agricultura de forma sustentável. “Destacamos a integração de MS com os portos de Santos e Paraná. É uma revolução que está acontecendo neste momento, com um bom modelo regulatório.”

FONTE: DATAGRO.

Douglas Carreson

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