Produção agropecuária: Mudança climática no Cerrado

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Mitigação no sistema de produção agropecuária em contexto de mudança climática no Cerrado brasileiro.

O Cerrado brasileiro é o segundo maior bioma do país, cobrindo 200 milhões de hectares ou 23% do território nacional. Deste total, 50% foram convertidos em áreas para agricultura e pecuária, principalmente, na produção de grãos e carnes que abastecem os mercados nacional e internacional.

Essas demandas de mercado trouxeram, como subsídio, maior investimento e expansão no uso de fertilizantes sintéticos para correção química do solo, no melhoramento de plantas mais produtivas em condições específicas de clima e de solo do Cerrado. 

Como benefícios destas ações mercadológicas se destacam o aumento da produção e a transformação do país da condição de importador para a de exportador de soja e milho, principalmente, entre outros produtos.

Por outro lado, tais transformações e crescimentos da agropecuária industrializada trouxeram impactos ambientais negativos, sobretudo em relação aos recursos naturais. Estas questões passaram a ser consideradas como fundamentais para a sustentabilidade da produção agropecuária e, também, em contexto de mudanças climáticas.

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Buscando diminuir os impactos das atividades agropecuárias sobre o meio ambiente, a equipe de pesquisadores da Embrapa Arroz e Feijão (Santo Antônio de Goiás/GO) tem realizado avaliações e monitoramentos de impactos, propondo ações de mitigação e adaptação de sistemas de produção agropecuário em ambiente de mudanças climáticas no Cerrado e foco no controle da emissão de gases de efeito estufa (GEE), quais são: o metano, o dióxido nitroso e o dióxido de carbono. 

A emissão de GEE e o uso inadequado dos recursos industrializados (fertilizantes) e naturais (solo e água) impactam diretamente na produção agropecuária, afetando tanto à produtividade, que se torna estagnada, quanto a questões relacionadas ao aumento do custo de produção e diminui a rentabilidade do agricultor.

Fonte: Embrapa.


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