Indústrias sucroenergéticas e de papel

Indústrias sucroenergéticas e de papel recebem selo ambiental em MS.

Certificação atesta a eficiência ambiental da empresas.

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Selo também possibilita a ampliação do incentivo fiscal as indústrias.

Três indústrias de Mato Grosso do Sul que utilizam como matérias-primas produtos do agronegócio vão receber nesta quarta-feira (17), às 19 horas, na Casa da Indústria, em Campo grande, o Selo Ambiental do Programa Senai de Ecoeficiência (PSE).

Os selos ambientais do Senai, que integram o PSE, classificam a eficiência ambiental das indústrias, permitindo a ampliação, em até 5%, do percentual do benefício fiscal já concedido pelo governo do estado, mediante à efetividade do plano técnico de sustentabilidade ambiental das empresas.

Vão receber o selo as usinas sucroenergéticas Santa Luzia, da Odebrecht Agroindustrial, localizada em Nova Alvorada do Sul, e a Energética Santa Helena, em Nova Andradina, além da International Paper, em Três Lagoas.

Outras duas empresas, uma do setor de siderurgia e outra da produção de embalagens também receberão a certificação do Senai na solenidade.

Segundo o diretor-técnico do Senai, Dax Goulart, antes três indústrias sul-mato-grossenses já haviam recebido o selo ambiental.

“Com a entrega do Selo, o Senai sinaliza claramente para as indústrias, governo e sociedade, que está atento à questão ambiental, buscando conciliar a preservação ambiental e desenvolvimento. A metodologia criada é inovação nesse sentido e estimula as empresas a desenvolverem ainda mais ações com foco na preservação”, declarou.

Patamares de certificação

O PSE, conforme o Senai, prevê a concessão de selos ambientais nas cores verde, azul, laranja, marrom e branco, sendo que cada um tem sua equivalência entre a pontuação e o percentual do incentivo fiscal concedido.

O verde tem conceito entre 81 a 100 pontos e concede à indústria 5% a mais de incentivo fiscal, enquanto que o azul tem conceito entre 61 a 80 pontos e incentivo fiscal de mais 4%, o laranja tem conceito entre 41 e 60 pontos e mais 3% de incentivo fiscal, o marrom tem conceito entre 21 e 40 pontos e incentivo fiscal de mais 2% e o branco tem conceito entre 1 a 20 pontos e incentivo fiscal de mais 1%.

A pontuação poderá ser revista a qualquer tempo, na vigência do benefício fiscal ou na vigência do prazo estabelecido para execução do processo de auditoria, adequando-se a um novo resultado, aumentando ou diminuindo o nível do selo no limite entre 1% e 5%.

Caso haja uma infração ou descumprimento, mesmo que parcial, em relação à Legislação Ambiental e ao Licenciamento Ambiental, a indústria perderá o selo ambiental concedido.

Fonte: Agrodebate.

Equipe Agron

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