Preservação ambiental – segurança para o futuro

Preservação ambiental – segurança para o futuro do campo.

 

Durante séculos e especialmente à partir da segunda metade do século XX, o ser humano vêm, progressivamente, destruindo o meio ambiente em nome do desenvolvimento e da “melhora” de seu padrão de vida. Como todos sabemos, o conceito de preservação ambiental mal existia no mundo moderno, até a década de 50 do século passado.

 

As destruições foram muitas, afetando não só a vida das pessoas nas cidades grandes mas, também, a das pessoas nas áreas rurais, florestas, além de prejudicar de maneira imperdoável o equilíbrio nos mares de todo o planeta.

 

Especificamente no campo, podemos dizer que, no Brasil, as maiores destruições foram e ainda são causadas por desmatamentos predatórios, sem nenhum planejamento, visando a extração de madeira nativa. Além disso, as queimadas, promovidas por agricultores e pecuaristas, causam danos irreparáveis à flora e à fauna nativas e ainda contribuem muito para a aceleração do efeito estufa no planeta.

 

São atitudes irresponsáveis como esta que estão levando à degradação contínua da Terra e apesar de muitas das conseqüências ainda poderem ser revertidas ou evitadas, devido à velocidade com que a destruição avança, as providências devem ser imediatas.

 

Em primeiro lugar, a conscientização dos agricultores e pecuaristas, sobre este assunto, deve ser completa. Eles devem ter plena noção de que a destruição da fauna e flora não só faz mal ao meio ambiente mas, também, às suas atividades. É uma visão muito imediatista que os leva a tais atitudes predatórias.

 

No que diz respeito às queimadas, já está mais do que provado e comprovado que o efeito fertilizante das cinzas é muito inferior à outras técnicas, como a fertilização orgânica ou a rotação de culturas, que podem dar resultados melhores, sem a destruição do meio ambiente. Além disso, com as queimadas, os produtores rurais põem em risco suas propriedades, outras áreas produtivas dentro de suas terras, além de outras propriedades, de seus vizinhos. Muitas vezes, os estragos são irreparáveis, em todos os sentidos.

 

No caso de desmatamentos ilegais considerados, também, graves crimes ambientais, as madeireiras clandestinas operam em grande desvantagem, se as compararmos com as legalizadas, que atuam sob a fiscalização e orientação de órgãos competentes, como o IBAMA. Estas obtém resultados muito superiores em matéria de rentabilidade, principalmente à longo prazo, pois não vão simplesmente destruindo e deixando para trás áreas nas quais dificilmente a vegetação irá se recuperar, o que poderia gerar novas árvores e lucros futuros para os exploradores.

 

O replantio em áreas exploradas e o cultivo de árvores (como os eucaliptos, por exemplo) para a o uso industrial, são as práticas mais corretas sob o ponto de vista ambiental e empresarial. No Brasil, as indústrias produtoras de papel e celulose, na sua maior parte, já são responsáveis por grandes áreas cultivadas para a extração de madeira. Desta forma, a natureza é preservada, os lucros das empresas são maiores e duradouros, sem que haja a possibilidade de escassez de matéria prima.

 

Fonte: Rural News.

Equipe Agron

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