*Por Paulo Zirnberger de Castro, Country Manager da Sovos no Brasil
Embora seja uma inovação ainda incipiente, dadas as obrigações impostas pelos órgãos regulatórios e as medidas de controle existentes, há poucos dias foi implementado o primeiro caso de Cupom Ecológico no Chile – mais especificamente na galeria de lojas de departamentos Paris, em Santiago –, com a campanha “#NÃOIMPRIMOMEUCUPOM”.
Ainda que o Cupom Ecológico seja um modelo piloto, que deve ser apresentado ao Serviço de Impostos Internos (SII) daquele país para que seja avaliado e colocado em prática, ele é, de fato, uma nova opção para acabar com a burocracia do papel. Mais do que isso, é uma alternativa moderna e sustentável.
Em resumo, o Cupom Ecológico pode ser definido como um processo de envio de um documento tributário ao consumidor final, em tempo hábil, por outros meios que não seja o papel e com a garantia do mesmo interesse fiscal. Isso resulta em benefícios importantes para a empresa que o aplica, os quais estão diretamente relacionados às economias que podem ser obtidas por meio da implantação deste modelo.
Obviamente, eliminar o papel é a primeira economia. No entanto, existem algumas variáveis (diretas e indiretas) relevantes para que seja possível criar um caso de negócios. Da mesma forma, para o cliente final, a maior vantagem é ter uma representação digital e automática dos documentos fiscais, que podem ser armazenados para sempre.
Neste contexto, há vários desafios que envolvem a sua prática. Do ponto de vista formal, o principal desafio que implica sua implementação é apresentar ao órgão regulador fiscal um modelo operacional que ofereça uma execução simplificada, com uma adequada proteção fiscal de impostos e obrigações.
Desde o técnico, que, visando a transformação digital, realiza a integração do sistema e garante uma operação correta em todos os cenários possíveis, garantindo uma visão única e homogênea do cliente, por meio de todos os canais, até o ponto de vista do cliente, que tem como principal desafio realizar uma estratégia de migração cultural, que permita validar o modelo.
Sem dúvida, o Cupom Ecológico inicia uma nova fase no processo de geração e uso de documentos fiscais eletrônicos. Ele segue os preceitos da transformação digital, colocando o usuário no centro do processo e ainda abre novas opções e mecanismos de monetização, usando a infraestrutura e a tecnologia existentes. Permite, por exemplo, a inclusão de publicidade direcionada no documento entregue ao cliente.
Ainda em fase de implantação, a expectativa é que tenha praticamente o mesmo impacto do momento em que o modelo de Ponto de Venda (POS) Eletrônico foi habilitado, o que permitiu a substituição das impressoras fiscais por impressoras térmicas inteligentes.
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