2017 pode ser um bom ano para o pecuarista

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Pecuarista que investe em novas
tecnologias terá um bom ano em 2017

 

 

O preço futuro da arroba do boi gordo para outubro/17, que normalmente é o pico da entressafra, está sendo negociado no mercado futuro da BM&FBOVESPA em torno de R$ 146 por arroba – base São Paulo. Na metade de março do ano passado, o mercado futuro apontava preço bem acima do valor atual – em torno de R$ 155/@. Mesmo assim, 2017 será um ano com rentabilidade superior para os pecuaristas que investem em novas tecnologias em sanidade, nutrição, genética e gestão, afirmam os especialistas participantes do Pré-Fórum Intensificação na Recria e Engorda, iniciativa da Merial Saúde Animal, que agora faz parte do grupo Boehringer Ingelheim, e da DSM Tortuga, realizado em março, em Ribeirão Preto.

 

“Vários fatores são favoráveis à pecuária em 2017. Primeiro, os custos do milho e do boi magro estão sensivelmente mais baixos. Além disso, as opções disponíveis para controle sanitário e nutrição do gado representam um fator positivo indiscutível. Os produtores que controlam corretamente as enfermidades, tanto na criação a pasto como nos confinamentos, e suplementam estrategicamente os rebanhos terão resultado econômico superior ao obtido em 2016”, destaca Gustavo Siqueira, pesquisador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), unidade de Colina (SP).

 

“Há dois anos, o boi magro custava 25% a mais do que agora. E o preço do milho está metade do praticado em 2016. O benefício é do pecuarista que investe em tecnologias na genética, na nutrição, na saúde e na gestão. Esse certamente será um ano melhor, tendo em vista a boa expectativa em termos de margem operacional, a relação entre preço/custo, especialmente para o pecuarista que acelerar a engorda para venda do gado”, concorda o consultor Ivan Wedekin, da Wedekin Consultores.

 

O uso de modernas tecnologias, em saúde e nutrição animal, é responsável pela redução de 1 dia/ano na idade de abate e de 1 kg/ano de ganho de peso dos bovinos. “Sejamos realistas. O período de altas cotações do boi gordo ficou para trás. O aperto das margens é uma realidade sem volta, ainda mais em ciclos de baixa de preços, como agora. A rentabilidade no presente e no futuro depende do uso de novas tecnologias, que contribuam para impulsionar a produtividade e gerar maiores ganhos econômicos aos pecuaristas”, assinala Ivan Wedekin.

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Marcos Baruselli, gerente de confinamento da DSM, apresentou no evento novas tecnologias em suplementação estratégica, além de reforçar a necessidade de profissionalização da pecuária. “Cada vez mais, a gestão do negócio faz a diferença”, explica Baruselli.

“O Pré-Fórum reuniu pecuaristas, consultores e técnicos para discutir a importância do manejo sanitário e da suplementação no confinamento. O objetivo foi apresentar tecnologias que, efetivamente, ajudam os criadores a aumentar a produtividade dos seus rebanhos, utilizando o que há de mais moderno no mercado. Também foi a oportunidade para destacar Zactran, antibiótico à base da exclusiva molécula Gamitromicina, que protege os bovinos contra doenças respiratórias, proporcionando saúde ao rebanho e aumento da rentabilidade do produtor. Zactran tem ação rápida e é altamente eficiente para combater doenças respiratórias, um dos problemas sanitários emergentes dos bovinos de corte e de leite, especialmente confinados”, destaca Rafael Moreira, gerente de Produtos para Bovinos da Merial Saúde Animal.

 

Sobre a Boehringer Ingelheim Saúde Animal

Em 1o de janeiro de 2017, a Merial se tornou parte do grupo Boehringer Ingelheim. Como a segunda maior empresa de saúde animal do mundo, a Boehringer Ingelheim se empenha em desenvolver ainda mais este setor, com a melhoria da saúde animal. Com mais de 10 mil funcionários no mundo todo, a Boehringer Ingelheim Saúde Animal atua em 99 países e seus produtos são comercializados em mais de 150 mercados. Para mais informações sobre a Boehringer Ingelheim Saúde Animal, clique aqui.

 

Sobre a Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim é uma das 20 maiores empresas farmacêuticas do mundo. Com sede em Ingelheim, na Alemanha, a Boehringer Ingelheim tem atualmente cerca de 50 mil funcionários em todo o mundo. O foco desta empresa familiar, fundada em 1885, é em pesquisa, desenvolvimento, fabricação e comercialização de novos medicamentos de alto valor terapêutico para a medicina humana e veterinária. Em 2015, o faturamento líquido da Boehringer Ingelheim foi de cerca de 14,8 bilhões de euros, sendo que as despesas em P&D equivalem a 20,3% desse total. Para mais informações, acesse www.boehringer-ingelheim.com


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