Consumidores pressionam argumentando que medicamento contribui com surgimento de bactérias mais resistentes.
A Cargill pretende reduzir em 20% o uso de antibióticos em seu rebanho bovino de corte nos Estados Unidos. A medida deve afetar cerca de 1,2 milhão de animais por ano. A Cargill já tinha adotado medidas para reduzir o uso de antibióticos na produção de perus.
Várias companhias de alimentos estão cedendo à pressão de grupos de defesa do consumidor e de autoridades de saúde, que vêm alertando sobre o amplo uso de antibióticos na pecuária e em medicamentos para humanos. Segundo esses grupos, isso está contribuindo para o surgimento de bactérias mais resistentes.
“Ouvimos consumidores e nossos clientes e demos esse primeiro passo. Acreditamos que adotaremos novas medidas no futuro não muito distante”, disse o presidente da unidade de carne bovina da Cargill, John Keating.
A companhia pretende reduzir o uso de antibióticos em suas quatro unidades de confinamento no Texas, Kansas e Colorado. A Friona Industries, que administra quatro unidades que fornecem animais para a Cargill, vai adotar medidas parecidas.
A Cargill disse que vem trabalhando com acadêmicos e pecuaristas para encontrar alternativas aos antibióticos e maneiras diferentes de criar os animais que reduzam a dependência dessas drogas.
FONTE: ESTADÃO CONTEÚDO.
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