As temperaturas elevadas e a permanência das chuvas bem distribuídas em praticamente todas as regiões do Estado estão contribuindo para o bom desenvolvimento das pastagens naturais e cultivadas de verão, tanto as perenes como as anuais.
Está havendo muita preocupação por parte dos pequenos produtores de leite, com a queda nos preços do leite e as novas exigências das agroindústrias integradoras, que passaram a exigir maiores volumes de comercialização, e também o resfriamento exclusivamente com resfriadores de expansão, aumentam os custos de produção e muitas famílias da atividade. Por outro lado, em alguns municípios, há famílias que não recebem o pagamento do leite produzido há três meses, devido à interdição das empresas fraudadoras do leite.
Na região de Lajeado a atividade de bovinocultura de leite está no período de entressafra, pois ainda que as pastagens, principalmente as perenes, apresentem boa produção de massa verde beneficiadas pelo clima, a produção leiteira está diminuindo. Esse fenômeno pode ser atribuído ao fato que, neste período do ano, muitas vacas estão em fase final de lactação ou secas. Os produtores, principalmente os mais tecnificados, concentram os partos para os meses de abril/maio/junho, quando, historicamente, aumentam o consumo e os preços recebidos pelo leite.
Com relação aos preços, a expectativa é de que haja uma reação positiva já para o leite recolhido durante o mês de fevereiro, e que será pago nesta primeira quinzena de março, pois no último mês os produtores tiveram perdas, em média, de três centavos por litro. Para agravar o cenário, está acontecendo o bloqueio das rodovias pelos caminhoneiros, que impedem o transporte do leite dos produtores até os postos de resfriamento, e destes para as indústrias processadoras. Neste contexto, as empresas estão suspendendo o recolhimento do leite nas propriedades. Em relação à sanidade do rebanho leiteiro, foi constatada alta infestação de carrapato nos rebanhos devido ao aumento da temperatura e umidade neste período chuvoso.
A produção de leite permanece dentro do normal na maioria das bacias leiteiras, e o rebanho em geral apresenta razoáveis condições sanitárias e nutricionais. No entanto, permanecem as dificuldades de comercialização do leite por diversas famílias, tanto em relação à possibilidade de entrega para algumas empresas como pela redução do preço recebido pelos produtores. Muitos deles declaram que estão desestimulados e que pensam em abandonar a atividade. Com informações do boletim semanal divulgado pela Emater (RS).
Fonte: Portal Safras & Mercados.
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