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Brasil poderá exportar vacina contra febre aftosa

Brasil poderá exportar vacina contra febre aftosa para África e Ásia. País já comercializa doses para países da Ámerica Latina.

 

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O Brasil pode começar a exportar a vacina contra febre aftosa para a África e Ásia nos próximos anos. A cada campanha contra a doença, 180 milhões de doses de vacinas são utilizadas para imunizar o rebanho bovino e bubalino do país. Por ano, o Brasil produz aproximadamente 400 milhões de doses de vacinas contra doença. Do total, cerca de 30 milhões de doses são exportadas para países da América do sul, como Venezuela e Uruguai. Pensando nesse mercado, uma empresa do setor está investindo mais de R$ 100 milhões em uma nova fábrica para ampliar a oferta do produto.

 

No acumulado do ano, a receita com a exportação da vacina é de US$ 7,400 milhões, aumento de 8% na comparação com 2013. A expectativa do setor é de ampliação do mercado nos próximos anos. Para isso, grandes investimentos estão sendo feitos para ampliar a oferta de vacinas do país. Em Paulínia, no interior de São Paulo, uma nova fábrica já começou a ser construída.

 

– É um investimento que estamos fazendo na manufatura, trazendo assim maior produtividade e um produto de altíssima qualidade para o pecuarista brasileiro. Está sendo invesito R$ 120 milhões nesta fábrica. Esperamos terminar até o final do ano que vem e depois temos o processo regulatório – explica o presidente da Merial Brasil, Jorge Espanha.

 

O setor ainda não projeta números de crescimento das exportações, mas garante que deve vir nos próximos anos.

 

– Todas as bases e fundamentos para que a gente possa abrir mercado já foram realizados, que são: qualidade de vacinas, sistema de controle, laboratório biosseguro para produção e laboratório oficial biosseguro. Está tudo pronto. Existe a possibilidade, não estamos perto de concretizá-la, mas vamos sempre olhar neste sentido para dar destinação a este maravilhoso parque industrial que foi construído no nosso país – conclui vice-presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), Emilio Salani.

 

Fonte: CANAL RURAL.

Equipe Agron

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