O objetivo é vacinar 629 mil bovinos e bubalinos de todas as faixas etárias e contribuir com a erradicação da febre aftosa no País.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do estado do Amazonas (Adaf) e a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) deram início, em março, à campanha de vacinação contra a febre aftosa em 41 municípios do Amazonas e em três do Pará, localizados às margens do Rio Amazonas. A vacinação acontecerá até o dia 30 de abril e é importante para contribuir com a evolução do status sanitário dessas regiões.
No Amazonas, a previsão é de que sejam vacinados 580 mil bovinos e bubalinos de todas as faixas etárias e nas regiões do Pará, em torno de 49 mil animais das mesmas espécies.
O produtor deve adquirir a vacina em locais autorizados e tomar alguns cuidados com a conservação e sua aplicação, como por exemplo, manter na temperatura de 2°C a 8°C, aplicar a dose correta na tábua do pescoço dos animais, cuidar da higiene do material utilizado na aplicação do produto e realizar o manejo do rebanho nas horas mais frescas e com menor stress.
“A comunicação da vacinação contra a febre aftosa é indispensável. Para isso, o produtor deve apresentar a relação dos animais vacinados e a nota fiscal da vacina nos escritórios do serviço veterinário oficial. É importante também que ele faça uma atualização do seu cadastro junto ao órgão oficial”, afirma o diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA), Guilherme Henrique Marques.
Atualmente, os municípios envolvidos nesta vacinação são classificados como médio risco e buscam evoluir para zona livre de febre aftosa com vacinação. Em janeiro deste ano, a vacinação aconteceu no estado do Piauí e até maio a campanha será estendida aos demais estados, exceto Santa Catarina, reconhecida como zona livre de febre aftosa sem vacinação.
Histórico
A febre aftosa é uma doença infecciosa, altamente contagiosa, que atinge animais como bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos e suínos. É transmitida pelo contato direto entre animais doentes e sadios, mas pode ocorrer, também, a transmissão por qualquer pessoa ou objeto que antes tenha tido contato com o material contaminado. A vacinação contribui para prevenção da doença.
Fonte: Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
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