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Produção e adaptação de forrageiras no semiárido

Iniciativa avalia potencial produtivo e adaptação de forrageiras ao semiárido.

Projeto, resultado de parceria entre Sistema CNA/Senar e Embrapa, tem como proposta auxiliar o produtor na gestão e no manejo da propriedade.

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O presidente da Confederação a Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, se reuniu, nesta quarta-feira (09), por meio de videoconferência, com presidentes e representantes das federações da agricultura do Nordeste e de Minas Gerais para debater à continuidade do projeto Forrageiras para o Semiárido.

A iniciativa é uma parceria entre o Sistema CNA/Senar e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Na primeira fase, os pesquisadores avaliaram o potencial produtivo e a adaptação das plantas forrageiras ao semiárido para recomendação de novas opções de fonte de alimento para os rebanhos.

Para a segunda fase, João Martins falou da importância da implantação de áreas de teste de pastejo nos nove estados do Nordeste e no norte de Minas Gerais. “É importante a continuação das pesquisas para a busca de novas tecnologias para dar sustentação aos animais na seca. Além disso, é preciso criar outras áreas experimentais representativas para os animais realizarem o teste de pisoteio. Somente assim será possível verificar a eficiência das forrageiras”, destacou.

Os presidentes e técnicos das federações de agricultura dos estados apontaram sugestões que serão apresentadas à Embrapa para a execução da nova fase do projeto. “Para a nova fase, uma das propostas é que variedades de gramíneas lançadas no mercado recentemente também possam ser  testadas”, propôs o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb), Humberto Miranda.

Também participaram da reunião virtual o diretor-geral do Senar, Daniel Carrara; os presidentes das federações de agricultura e pecuária da Paraíba (Faepa/PB), Mário Borba; do Ceará (Faec), Flávio Saboya; de Alagoas (Faeal), Álvaro de Almeida; do Maranhão (Faema), Raimundo Coelho; de Sergipe (Faese); Ivan Sobral; do Rio Grande do Norte (Faern), José Vieira, o superintendente do Senar/PI, Diego da Paz e o analista de agronegócios da Faemg, Caio Coimbra.

Sobre o projeto – O Forrageiras para o Semiárido teve início em 2017 com o objetivo de unir esforços para pesquisar forrageiras tropicais tolerantes à seca e seu uso racional. A iniciativa foi implantada em todos os estados da região nordeste, além da região norte de Minas Gerais, onde contou com 12 Unidades de Referência Tecnológica (URTs) representativas do semiárido brasileiro.

Durantes as pesquisas foram analisados o potencial produtivo e a adaptação das plantas forrageiras às condições climáticas do semiárido para auxiliar o produtor na gestão e no manejo da propriedade.

FONTE: DATAGRO.

Cristina Crispa

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