Aumento do etanol não está relacionado aos produtores, diz Única.
Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar, isso evidenciaria que “o aumento notado na bomba está sendo determinado por outros agentes que compõem a cadeia de comercialização de combustível”.
A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) divulgou comunicado no qual defende que o recente aumento no preço de bomba do hidratado não está relacionado com variação no preço recebido pelo produtor/usina de etanol, como notado pelos indicadores periódicos. Isso evidenciaria que “o aumento notado na bomba está sendo determinado por outros agentes que compõem a cadeia de comercialização de combustível”, informa a associação.
Segundo a Unica, cerca de 60% do preço do biocombustível pago pelos consumidores na revenda corresponde a parcela dos produtores. O restante do valor é estabelecido em função das margens de comercialização dos distribuidores, das margens de comercialização dos postos revendedores, dos custos de transporte, das alíquotas de impostos vigentes em cada período (no caso do ICMS, se destaca as alterações no PMPF utilizado para a substituição tributária pelo distribuidor), entre outros aspectos.
“A flutuação do preço do etanol faz parte da dinâmica do mercado. O valor final é construído pelos diferentes elos da cadeia. O que se pode ver é a estabilidade do preço pago ao produtor, o que aponta que a flutuação ocorreu em outras instâncias”, afirma no comunicado o diretor Técnico da Unica, Antonio de Padua Rodrigues.
“Conforme dados apresentados pela Unica, a recente perda de competitividade do etanol hidratado nos postos revendedores evidenciada nas três últimas semanas, por meio do levantamento de preços e margens de comercialização de combustíveis realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), contrapõe a estabilidade dos preços pagos aos produtores de etanol no mesmo período que não apresentaram oscilação e já indicam tendência de queda de 2,5% nos últimos cinco dias, conforme indicador diário de preço do biocombustível, em Paulínia (SP), publicado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP).”
FONTE: ESTADÃO CONTEÚDO.
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